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sábado, 29 de janeiro de 2011

Aproveite o final das ferias !!! Vá ao Espaço Cultural Marinha

Espaço Cultural da Marinha

Espaço Cultural da MarinhaEspaço Cultural da MarinhaO espaço abriga exposição temporaria sobre os 30 anos da mulher na marinha  e os visitantes podem passear pelo submarino-museu Riachuelo, pelo helicoptero-museu SH-3 "Sea King ",pelo Contra-torpedeiro Bauru e ver a replica da Nau de Cabral em homenagem aos 500 anos do Brasil,No prédio central o visitante irá conhecer a Galeota Imperial de D. João VI. o Complexo possui uma programação intensa para todas as idades e monitores altamente preparados para guia-los.

:: Oficina de Artes
Local: Prédio central.
Horários: sábado e domingo, às 14:30 e 16:00.
Preço: Entrada Franca.
:: Passeio Marítimo
. Rebocador Laurindo Pitta - Única embarcação que a Marinha Brasileira possui da Primeira Guerra Mundial. Atualmente realiza passeios na Baía de Guanabara. A bordo do rebocador os passageiros podem visitar a exposição “A Marinha do Brasil na Primeira Guerra Mundial”, que retrata a participação da Marinha no conflito com fotos e reportagens baseadas em jornais da época. Os pontos de visitação são:
4. Escola Naval / 5. Aterro do Flamengo / 6. Pão de Açúcar / 7. Fortaleza de São João
8. Ilha da Laje / 9. Fortaleza de Santa Cruz / 10. Museu de Arte Contemporânea
11. Ilha de Boa Viagem / 12. Niterói / 13. Diretoria de Hidrografia e Navegação
14. Ponte Rio-Niterói / 15. Ilha das Enxadas / 16. Ilha Fiscal / 17. Ilha das Cobras
Local: Cais.
Horário: quinta a domingo, às 13:15 e 15:15.
Preço: R$ 10,00 Inteira e R$ 5,00 Meia (criança, estudante e idoso).
Capacidade: 90 pessoas por passeio.
. Ilha Fiscal - Conhecida pelo evento do “Último Baile do Império” a Ilha Fiscal já foi cenário de filmes e de grandes festas. Atualmente o acesso do visitante é feito pela escuna Nogueira da Gama de primeira classe. O visitante conhecerá o Torreão – sala de despache de D. Pedro II e Princesa Isabel, Ala do Cerimonial e exposições permanente que retratam a contribuição social da Marinha, a história de Ilha Fiscal e a contribuição tecnológica e cientifica da Marinha. 
Local: Cais.
Horário: quinta a domingo, às 13:00, 14:30 e 16:00.
Preço: R$ 10,00 Inteira e R$ 5,00 Meia (criança, estudante e idoso).
Local: Espaço Cultural da Marinha.
Endereço: Av. Alfred Agache s/nº - próximo à Praça XV.
Bairro: Centro.
Tel.: (21) 2233-9165.
Horário: terça a domingo, das 12:00 às 17:00.
Preço: visitação gratuita.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

CASO DE INDIGNAÇÃO , VAMOS ACABAR COM ISSO !!!

Caros amigos,
“O estupro corretivo”, a prática cruel de estuprar lésbicas para “curar” sua homossexualidade, está se tornando uma crise na África do Sul. Porém, ativistas corajosas estão apelando ao mundo para pôr fim a estes crimes monstruosos. O governo sul africando finalmente está respondendo — vamos apoiá-las. Assine a petição e divulgue para os seus amigos!
Millicent Gaika foi atada, estrangulada, torturada e estuprada durante 5 horas por um homem que dizia estar “curando-a” do lesbianismo. Por pouco não sobrevive
Infelizmente Millicent não é a únca, este crime horrendo é recorrente na África do Sul, onde lésbicas vivem aterrorizadas com ameaças de ataques. O mais triste é que jamais alguém foi condenado por “estupro corretivo”.
De forma surpreendente, desde um abrigo secreto na Cidade do Cabo, algumas ativistas corajosas estão arriscando as suas vidaspara garantir que o caso da Millicent sirva para suscitar mudanças. O apelo lançado ao Ministério da Justiça teve forte repercussão, ultrapassando 140.000 assinaturas e forçando-o a responder ao caso em televisão nacional. Porém, o Ministro ainda não respondeu às demandas por ações concretas.
Vamos expor este horror em todos os cantos do mundo — se um grande número de pessoas aderirem, conseguiremos amplificar e escalar esta campanha, levando-a diretamente ao Presidente Zuma, autoridade máxima na garantia dos direitos constitucionais. Vamos exigir de Zuma e do Ministro da Justiça que condenem publicamente o “estupro corretivo”, criminalizando crimes de homofobia e garantindo a implementação imediata de educação pública e proteção para os sobreviventes. Assine a petição agora e compartilhe — nós a entregaremos ao governo da África do Sul com os nossos parceiros na Cidade do Cabo:
A África do Sul, chamada de Nação Arco-Íris, é reverenciada globalmente pelos seus esforços pós-apartheid contra a discriminação. Ela foi o primeiro país a proteger constitucionalmente cidadãos da discriminação baseada na sexualidade. Porém, a Cidade do Cabo não é a única, a ONG local Luleki Sizwe registrou mais de um “estupro corretivo” por dia e o predomínio da impunidade.
O “estupro corretivo” é baseado na noção absurda e falsa de que lésbicas podem ser estupradas para “se tornarem heterossexuais”, mas este ato horrendo não é classificado como crime de discriminação na África do Sul. As vítimas geralmente são mulheres homossexuais, negras, pobres e profundamente marginalizadas. Até mesmo o estupro grupal e o assassinato da Eudy Simelane, heroína nacional e estrela da seleção feminina de futebol da África do Sul em 2008, não mudou a situação. Na semana passada, o Ministro Radebe insistiu que o motivo de crime é irrelevante em casos de “estupro corretivo”.
A África do Sul é a capital do estupro do mundo. Uma menina nascida na África do Sul tem mais chances de ser estuprada do que de aprender a ler. Surpreendentemente, um quarto das meninas sul-africanas são estupradas antes de completarem 16 anos. Este problema tem muitas raízes: machismo (62% dos meninos com mais de 11 anos acreditam que forçar alguém a fazer sexo não é um ato de violência), pobreza, ocupações massificadas, desemprego, homens marginalizados, indiferença da comunidade — e mais do que tudo — os poucos casos que são corajosamente denunciados às autoridades, acabam no descaso da polícia e a impunidade.
Isto é uma catástrofe humana. Mas a Luleki Sizwe e parceiros do Change.org abriram uma fresta na janela da esperança para reagir. Se o mundo todo aderir agora, nós conseguiremos justiça para a Millicent e um compromisso nacional para combater o “estupro corretivo”:
Está é uma batalha da pobreza, do machismo e da homofobia. Acabar com a cultura do estupro requere uma liderança ousada e ações direcionadas, para assim trazer mudanças para a África do Sul e todo o continente. O Presidente Zuma é um Zulu tradicional, ele mesmo foi ao tribunal acusado de estupro. Porém, ele também criticou a prisão de um casal gay no Malawi no ano passado, e após forte pressão nacional e internacional, a África do Sul finalmente aprovou uma resolução da ONU que se opõe a assassinatos extrajudiciais relacionados a orientação sexual.
Se um grande número de nós participarmos neste chamado por justiça, nós poderemos convencer Zuma a se engajar, levando adiante ações governamentais cruciais e iniciando um debate nacional que poderá influenciar a atitude pública em relação ao estupro e homofobia na África do Sul. Assine agora e depois divulgue:
Em casos como o da Millicent, é fácil perder a esperança. Mas quando cidadãos se unem em uma única voz, nós podemos ter sucesso em mudar práticas e normas injustas, porém aceitas pela sociedade. No ano passado, na Uganda, nós tivemos sucesso em conseguir uma onda massiva de pressão popular sobre o governo, obrigando-o a engavetar uma proposta de lei que iria condenar à morte gays da Uganda. Foi a pressão global em solidariedade a ativistas nacionais corajosos que pressionaram os líderes da África do Sul a lidarem com a crise da AIDS que estava tomando o país. Vamos nos unir agora e defender um mundo onde cada ser humano poderá viver livre do medo do abuso e violência.
Com esperança e determinação,
Alice, Ricken, Maria Paz, David e toda a equipe da Avaaz
Leia mais:
Mulheres homossexuais sofrem ‘estupro corretivo’ na África do Sul:
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2009/12/09/mulheres-homossexuais-sofrem-estupro-corretivo-na-africa-do-sul-915119997.asp

Extraído do http://oimpressionista.wordpress.com/
Acesso em:27/01/2011.

domingo, 23 de janeiro de 2011